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Ministro diz que horários por preencher nas escolas caíram para um terço após correção de erros

Ministro diz que horários por preencher nas escolas caíram para um terço após correção de erros

O ministro da Educação afirmou que o número de horários por ocupar nas escolas caiu para quase um terço em apenas dois meses após a correção de erros e "maior rigor da informação".

RTP /
Foto: António Cotrim - Lusa

O número de alunos sem aulas marcou também o arranque do debate setorial que decorreu esta quarta-feira no Parlamento. De acordo com o ministro, o número de horários por ocupar nas escolas caiu para cerca de um terço em apenas dois meses.

Fernando Alexandre diz que os dados habitualmente divulgados pelos sindicatos não correspondem à realidade e que a mudança resulta da correção de informação errada.

"O número de alunos sem aulas ou as necessidades de professores que ainda há poucos meses eram identificadas, foram reduzidas a um terço em dois meses simplesmente identificando informação errada que existia", adiantou.

Fernando Alexandre acusou os "governos do PS" que "estiveram ao longo de oito anos e meio à frente do Ministério da Educação"  de nunca terem percebido "a validade dos dados que eram dados pelos serviços". 
"Mário de Carvalho também é militante do PCP"

O ministro da Educação recusou ainda qualquer questão ideológica na proposta para retirar José Saramago da leitura obrigatória no 12.º ano de escolaridade e insiste que se trata de uma avaliação "exclusivamente técnica". 
 Rejeitou qualquer tipo de motivação ideológica e vincou que a escolha é feita entre "um escritor que era militante do Partido Comunista" e "um outro escritor, Mário de Carvalho, que tanto quanto eu sei também é militante do Partido Comunista".

Na proposta de revisão das aprendizagens essenciais que está em consulta pública desde a semana passada, o único Nobel português da Literatura deixa de ser leitura obrigatória, com as escolas a poderem optar por outros autores.

Fernando Alexandre rejeitou as críticas dirigidas pelo deputado do PS Porfírio Silva, que defendeu que existe um histórico por parte da direita de levar a cabo uma perseguição a Saramago.
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